đ Respeito Ă© bom e eu gosto
Resumo comentado de âJuĂzes melhores para julgamentos melhoresâ, capĂtulo 18 de âRuĂdo: Porque tomamos mĂĄs decisĂ”es e como podemos evitĂĄ-loâ.
A inteligĂȘncia Ă© apenas parte do problema. Como pensamos tambĂ©m Ă© importante. Talvez devĂȘssemos escolher a pessoa mais reflexiva e receptiva, e nĂŁo a mais inteligente.
Fiquei quase 2 semanas fora, por conta de TEDxBlumenau e Web Summit Rio e, por isso, semana passada nĂŁo tivemos Clube. Aproveitei para testar a funcionalidade de pausar cobrança do Substack nesse tempo. Como diria o aviso antigo da TV, hoje voltamos Ă nossa programação normal com a Parte V de RuĂdo, e com ela a virada do livro.
Isso porque, apĂłs quatro partes dedicadas a explicar por que erramos, Daniel Kahneman, Olivier Sibony e Cass R. Sunstein (finalmente?) passam a falar sobre o que dĂĄ para fazer para resolver. O primeiro movimento Ă© de que, se o julgamento humano anda ruidoso, devemos escolher humanos que julguem melhor. Mas, calma. Ă preciso aprender como reconhecĂȘ-los. Os autores apontam trĂȘs maneiras.
Julgamentos bons dependem do que vocĂȘ sabe, do que pensa e de como pensa. JuĂzes bons tendem a ser experientes e inteligentes, mas tambĂ©m costumam ser ativamente receptivos e se mostrar dispostos a aprender com informaçÔes novas.
O perfil de pessoa que mais toma decisĂ”es certas Ă© quase o oposto do especialista seguro de si, daquele que fala bonito e nunca titubeia. E, ao descrever quem julga bem, os trĂȘs autores acabam explicando, de quebra, por que confiamos tanto em quem soa convicto, mesmo quando a convicção nĂŁo vem acompanhada de nenhuma garantia de acerto. Primeiro trilionĂĄrio do mundo, estou olhando para vocĂȘ.




